Guatemala

#2 Cidade da Guatemala, 3 conselhos

Março 22, 2016

A Cidade da Guatemala não faz parte dos roteiros turísticos, uma cidade grande e com muito trânsito é sempre esquecida. Quando cheguei à Guatemala uma das coisas que queria descobrir o que poderia conhecer para mudar os roteiros habituais.

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Diários - Guatemala

#1 Cidade da Guatemala

Março 21, 2016

Chegava a Guatemala com a noite. A noite não é amiga dos visitantes e muito menos uma grande capital. 2,5 milhões de habitantes e com certeza gente pouco amigável pela hora da noite. Assim, também deveria sentir-se Pedro Alvarado quando entrava pela cidade a pensar na conquista de um povo. Estava no ano 1523 quando chegou à cidade da Guatemala com muitas incertezas e com muita sede de triunfar e dominar o povo guatemalteco. E assim foi em pouco tempo tomou conta da cidade…

A minha história era outra. Entrava pela noite, a cidade dormia profundamente e o taxista não encontrava o local onde iria hospedar-me. Ao fim de uma hora e quando já eram quase 3 da madrugada, quando o galo já cantava chegava a casa da Pamela. Abria-me a porta com um sorriso terrivelmente simpático. Não a conquistava, sim ela que me deixava rendida.

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Chegar & Partir, Inspiração & Soluções

A vida entre aeroportos!

Março 20, 2016

Entrava pelas 5:45 da manhã no aeroporto de Amesterdão e já as filas de mochileiros, desportistas e homens de fato e gravata se alinhavam nas filas de check-in. Todas as saídas e entradas têm esta mesma característica, uma fila mais ou menos ordenada onde as pessoas são mais um número e uma lista de itens quadrados e redondos na bagagem. E, a acrescentar um nome que indica mais ou menos a integridade de um indivíduo. Continuar a ler…

Holanda

#4 Amesterdão, De Hallen mais um novo mercado numa velha estação

Março 16, 2016

De Hallen é um novo mercado renascido de uma antiga estação de elétricos (trams). O edifício foi construído entre 1902 e 1928, na parte oeste de Amesterdão. O projeto de reabilitação ainda não está terminado no entanto abriu ao público em Julho de 2015. É um espaço conserva muitos dos seus traços originais (onde posso observar nas fotografias que estão expostas) e  contempla uma área de restauração, lojas, cinema, biblioteca, um hotel e um restaurante. Neste espaço há ainda parque gratuito para as bicicletas.

Na envolvência do mercado existe um mercado de rua, Ten Katemarkt, com produtores locais com frutas, legumes, queijos, flores, comida de rua e muito mais.

É um excelente local para visitar sábado à tarde para conhecer os trabalhos dos novos designers que se encontram no corredor central e nas lojas cooperativas. Há ainda algumas galerias e uma loja de designer e decoração de interiores. Depois aproveite para passar na área de restauração, onde se encontra gastronomia de todo o mundo. Recomendo um petisco tipicamente holandês, nada saudável mas apetitoso, as bitterballen, acompanhado de uma cerveja, claro Heineken. E termine a noite no cinema Filmhallen, com um filme alternativo, bem ao estilo do local.

Diários-Holanda

#3 Amesterdão, uma visita artística

Março 16, 2016

Numa cidade artística, a arte cruza-se na esquina. Entrei pelo velho prédio no centro da cidade, em Oude Pijp, e como quase todos os prédios as escadas seguem-se numa inclinação acentuada e com espaço para colocar um pé de cada vez. Richard abriu a porta com um abraço e seguimos por um corredor apertado que dava para uma sala luminosa com arte reciclada no chão e nas paredes. Na sala e no atelier que se expande da sala até às janelas viradas para a rua, as obras estão espalhas ordeiramente. Fotografias a preto e branco de uma vivência intimista com a cidade. Retratos em lápis em telas com expressão plástica. Um piano e uma guitarra a aconchegar as ideias. Cadeiras cuidadosamente recicladas com jornais vindos de todo o mundo. A criatividade vem daqui e dali com os amigos que vai recebendo de todo o mundo. Um artista mede-se pela forma como abre a porta aos visitantes e pela curiosidade que se convida à mesa. Richard colocou à mesa uma sopa e uma sandes de queijo bem ao jeito dos almoços dos holandeses. Não tem pressa porque arte tem de esperar pela criatividade, seja lá a hora é que ela vier. O almoço prolongou-se pela arte das paredes até aos pés das cadeiras. Contou-me que a cidade tem tanto de artistas como de curiosos e estudiosos de arte. As pessoas de Amesterdão procuram arte, visitam e revisitam e só assim é que a cidade sustenta tanta expressão. Pequenas galerias multiplicam-se como cogumelos quase por todas as ruas do centro histórico. E também por elas muitas vezes se vê jovens em plena criatividade. Contou-me da sua criatividade que quase sem palavras já a sala contava tudo. Fotografei o espaço na memória e saboreei com tempo a luminosidade do espaço enquanto o vizinho lavava a loiça na janela do prédio ao lado. Recolhi imagens como querendo trazer parte da criatividade no bolso. Despedi-me com um sorriso e um breve adeus de viajante.

 

Conhecer o artista

Richard Albert Broeksema

www.crea020.nl

Holanda

#2 Amesterdão onde passear o paladar

Março 14, 2016

Viajar é um dos grandes prazeres da vida. A seguir ou a par, comer é também um dos grandes prazeres da vida… E por isso, viajar serve também para encher a vida de paladares novos. Amesterdão tem um grande leque de restaurantes de comida internacional. Juntando a isso, a enorme criatividade dos holandeses  faz com que a cidade seja uma explosão de paladares nos mais recônditos lugares. Eis as minhas novas descobertas pela cidade.

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Diários-Holanda

I love Amesterdam #1

Março 13, 2016

Cliché ou não, Amesterdão é uma cidade peculiarmente fascinante. Saía pela …gésima vez do avião e já o frio aconchegava, apesar disso, sempre que  revisito a cidade tenho esta sensação clara, “I love Amsterdam”. Parêntesis. Retirava-lhe o frio que entranha em todas as camadas da pele e casava-me com ela no primeiro dia que a conheci.

#1  Amo a tranquilidade que as pessoas da cidade transmitem. Eles são de tal maneira práticos e organizados nas suas actividades fazendo reduzir os seus índices de stress quase a zero. E assim há tempo para ir correr no parque, passear o cão e brincar com as crianças no parque. Há tempo para convívio depois do trabalho nas esplanadas aquecidas. Há há possibilidade de trabalhar num café com boa música e tirar ideias com o vizinho do lado. Há tempo!

#Amo a possibilidade de chegar de bicicleta a qualquer lugar com frio ou com menos frio.

#Amo a convergência de culturas. A mescla de cores, línguas e de traços faciais.

#Amo a cultura vibra por toda a cidade. Os artistas são inovadores, versáteis, criativos. Fazendo a qualquer momento renascer o recanto mais escondido da cidade.

#Amo a abertura de pensamento. Tudo é possível em Amesterdão e ninguém diz mal do vizinho. E daí que se possa olhar para dentro das suas casas, que a Red Light seja um correr de montras de prostitutas que todos podem olhar e que as drogas sejam uma coisa banal.

Cliché ou não. Com frio ou não. Amesterdão é uma cidade completamente diferente de qualquer cidade do mundo. E por isso é que a amo!