Dia de sol, fim-de-semana, uma conjugação perfeita para tirar o clássico da garagem. Rota escolhida, curvas e mais curvas, ritmo calmo. Cinto de segurança, óculos de sol e a música a dar aso à viagem. Boa viagem. Continuar a ler…
Giulia, nasceu em 1971, uma das mais brilhantes obras da Alfa Romeo. Um clássico nos dias de hoje. Na garagem quando a luz se acende o brilho cinza rato espelha uns belíssimos 44 anos. Os estofos de pele não cheiram a mofo e o volante de madeira conserva o lustro. Este foi o primeiro modelo com carroçaria de zonas diferenciadas e uma caixa de 5 velocidades. Uma manhã de sol no outono é simplesmente perfeita para dar uma voltinha e fazer a rodagem ao Giulia que se mantém na garagem. Erik calça as luvas como se tratasse de uma corrida, coloca os óculos de sol e veste a alegria de criança fascinada.
Giulia gosta de curvas apertadas, de retas largas e longas e uma bela paisagem para a viagem. E daí, seleciono um roteiro entre três pontos minhotos. Continuar a ler…
Brincalhão e galhofeiro assim conhecido o Santo Gonçalinho, aquece as ruas frias e ventosas de Aveiro. Por estes dias, o bairro da Beira Mar em pleno centro histórico de Aveiro, chama a atenção dos curiosos e brincalhões. Todos os caminhos vão dar à Capela de São Gonçalinho, é só deambulando entre a ria e o marcado do peixe e logo de seguida se ouvem os foliões. Continuar a ler…
“Ponte da Barca, Sempre formosa e contente! É tanta a graça, Que cativa toda a gente!” O hino não se pode adequar melhor a esta nobre vila. Há vários anos que tenho um enamoramento com esta traquina e vibrante vila minhota. Em época festiva ao Santo Bartolomeu, rumo a casa da Ângela e do Sérgio para festejar o arraial minhoto até o sol raiar.
Em pleno centro da vila bato à porta do hostel Magalhães. O navegador Fernão Magalhães terá nascido por estas terras mas só ficou conhecido pelas suas viagens heróicas em alto mar. É aqui, que inicio a minha viagem pelo arraial minhoto com o abraço forte à Ângela e ao Sérgio, que têm este espaço reinventado por eles com a ajuda dos amigos. São eles os responsáveis desta minha paixão por Ponte da Barca e como sempre, é com eles que viajo pela romaria. Continuar a ler…
O Natal é em Dezembro e em Viena de Austria. Não é quando o Homem quer e muito menos no Verão. Não combina o tempo com a magia.
O Natal na Europa é vivido com muito frio nas ruas, com cores quentes nas iluminações e o calor da lareira nos convívios familiares. Viena veste-se de natal uma vez por ano. E a magia vive-se nas ruas. Continuar a ler…
Deixo os Açores com a certeza de um regresso. Passei as Portas da Cidade e portanto tenho uma lenda a cumprir. Deixo a casa ao qual me senti criança, filha e amiga. E onde por vários dias me senti numas grandes férias de verão, como já não tinha desde os tempos da escola. E foi tudo tão bom…
Nestas férias deixei de querer ver tudo, visitar todos os museus, percorrer todos os locais descritos nos guias turísticos. Deixei de querer marcar hotéis com piscinas ou com vista para o mar. Deixei de querer fazer guias detalhados e procurar os melhores restaurantes. A partir dos 30 anos, mudei a minha forma de viajar. Continuar a ler…
Sete Cidades seria uma ilha lendária que durante séculos inspirou a exploração marítima. Os marinheiros imaginavam um reino antigo e místico perdido no grande oceano atlântico. Mas por ali, a lenda é outra, contam os açorianos que a origem das lagoas da caldeira do vulcão das Sete Cidades teve origem nas lágrimas da princesa e do pastor apaixonados. Um amor impossível que derramou tantas lágrimas que estas deram origem a duas lagoas, uma verde dos olhos da princesa e uma azul dos olhos do pastor. No arquipélago as histórias multiplicam-se, as Sete Cidades é o local magnífico para dar asas ao imaginário. E assim começa a minha aventura no reino da Atlântida perdida, no local onde as lendas nascem a um ritmo alucinante. Continuar a ler…
O paraíso está aqui tão perto…
Sem palavras por hoje…


















