Depois de atravessar 4 fronteiras em menos de 24 horas chegava de ânimo leve à Nicarágua. Sentimento este que não compartia com o condutor que foi de uma atenção invejável e de uma energia incansável, com quem partilhei longas horas de conversa. Sentimento que também não compartia com os restantes 13 companheiros de viagem que tiveram que viajar apertados nos bancos de trás com um ar condicionado deficitário. Chegava de ânimo leve preparada para uma nova jornada rumo a sul da América Central. Primeira paragem na Nicarágua: León. A cidade jovem, cultural e histórica de Nicarágua.
A civilização maia tem um legado extraordinário por terras da América Central. Na Guatemala, há uma mistura entre as tradições maias e o colonialismo espanhol. Há uma cordilheira de vulcões activos que as populações olham ainda com algum misticismo e há selvas impenetráveis onde ainda há centenas ou milhares de ruínas por descobrir. A Guatemala esta imbuída de uma cultura maia onde o café, o cacau e o milho são fonte de sustento. Um país de tradições que fazem questão em manter nos dias de hoje… Continuar a ler…
Soluções para viajar: Workaway
Agosto 28, 2016Como viajas tanto tempo? Não te cansas de viajar? Não sentes falta de casa? És rica ou ganhaste a lotaria?
A estas respostas tenho algumas respostas simples. Eu viajo através das várias plataformas que encontro no grande mundo chamado internet. O Workaway é uma das formas simples que me permite viajar mais e melhor. Continuar a ler…
Lições de viagem: tolerância e respeito por novas culturas
Agosto 22, 2016Frente ao mar que me distancia de casa e depois de ler as notícias do mundo ficava inquieta. Remexia-me na cadeira. E a inquietação colocava-me a escrever. Na inquietação, o mundo. O mundo caótico, imperceptível e atroz. Sai de uma Europa multicultural e à distância de poucos meses assisto a tantas mudanças. Viajar é uma odisseia pela tolerância, respeito e diversidade. Submergindo em diferentes culturas consolido os princípios mais básicos da humidade. Sinto no corpo a transformação da pele, de portuguesa mudaria o meu passaporte para cidadã do mundo.
Em Junho as festas começam no lago Atitlán e percorrem todas as povoações. Todos os fins-de-semana os foguetes animavam as estrelas do lago. Era sábado e a festa saía pela manhã. Continuar a ler…
Eram 3:30 horas da manhã quando despertávamos. 4 horas quando o barco nos esperava no molhe de Santa Cruz. Chegávamos a San Juan del Laguna de remelas nos olhos mas enfeitiçadas com a lua cheia. Seguíamos para la nariz del índio. Continuar a ler…
Viajava durante quase todo o dia para chegar a Santa Cruz, voltaria ao Lago Atitlán e à Isla Verde, meu lar na Guatemala. Depois de 8 horas de viagem chegava a Antígua para um transbordo para Panajachel. E os problemas começavam… Continuar a ler…
Partia de Flores novamente pelas montanhas da Guatemala. A viagem tinha destino Laquín. Uma pequena aldeia às portas de umas cascatas de cor verde turquesa envoltas de uma floresta tropical. Continuar a ler…

























